Um Diploma para a Europa, um Passaporte para o Mundo

O Grupo Lusófona assume-se como o maior grupo de ensino de Língua Portuguesa com estabelecimentos de ensino superior, secundário e básico em todos os Países onde se fala a Língua Portuguesa.

Este Grupo articula-se em torno do projeto educativo do ISCAD | Instituto Superior de Ciências da Administração, e com ele partilha o mesmo princípio de contribuir para o desenvolvimento cultural e científico de todos os Países e Povos que falam a língua Portuguesa.

O Grupo Lusófona representa hoje um projeto único do ponto de vista cultural e educativo, que contribui com a sua atividade para a disseminação da lusofonia e para o desenvolvimento do sistema de ensino superior nacional como poucas outras instituições no País.

Independente do País de origem os alunos rapidamente se integram e começam a fazer novos amigos e a sentir-se em casa. Somos um grupo multicultural onde todos são bem-vindos!

Localizado na baixa Lisboeta, junto à estação de Cais do Sodré, do metro, comboio e autocarros, é uma instituíção única de ensino superior, que reune condições priveligiadas de articulação entre a oferta formativa e a comunidade. Articulando o ensino, a investigação e a animação social, não descorando a dimensão internacional.

No ISCAD o aluno pode prosseguir os seus estudos em Cursos de Especialização Tecnológica, Licenciaturas, Mestrados e Pós-Graduações na mesma área de estudo ou alargar os seus horizontes interligando várias áreas do saber.

O ISCAD faz parte do maior Grupo de Ensino Superior Particular e Cooperativo de Língua Portuguesa, que promove de forma única o intercâmbio científico, cultural, económico e artístico do espaço lusófono!

  1. É estudante internacional o estudante que não tem nacionalidade portuguesa.
  2. Não são abrangidos pela definição de estudante internacional prevista no número anterior:
    1. Os nacionais de um Estado membro da União Europeia;
    2. Os que não sendo nacionais de um Estado membro da União Europeia residam legalmente em Portugal há mais de dois anos, de forma ininterrupta, em 31 de agosto do ano em que pretendem ingressar no ensino superior, bem como os filhos que com eles residam legalmente;
    3. Os que requeiram o ingresso no ensino superior através dos regimes especiais de acesso e ingresso regulados pelo Decreto-Lei nº 393 – A/99, de 2 de outubro, alterado pelo Decreto-Lei nº 272/2009, de 1 de outubro.
  3. Não são, igualmente, abrangidos pelo conceito de estudante internacional os estudantes estrangeiros que se encontrem a frequentar um ciclo de estudos, no âmbito de um programa de mobilidade internacional, para realização de parte do mesmo numa instituição de ensino superior estrangeira com quem o ISCAD tenha estabelecido acordo de intercâmbio com esse objetivo

Documentos identificação:

  • Passaporte ou documento de identificação estrangeiro;
  • Visto para estudar em Portugal
  • Declaração de compromisso de entrega posterior de autorização de residência;
  • Documento comprovativo da conclusão do ensino secundário ou equivalente;
  • Alojamento em apartamento particular ou residência acordada com a Escola;
  • Seguro de saúde escolar e/ou internacional;
  • Moeda utilizada em Portugal – Euro
  • Custo de vida- Os preços dos bens em geral são menos elevados que no resto da Europa. O salário mínimo nacional é de 495,00€. O preço médio de uma refeição no restaurante é de 10/15 euros.
  • Horários:
    • Fuso horário padrão: Sem diferença UTC/GMT
    • Hora de Verão: + 1 hora
    • Diferença de fuso horário atual: UTC/GMT 1hora
    • Abreviatura do fuso horário: WEST

Clima

Clima temperado marítimo, verões quentes e invernos amenos, muitos dias de sol ao longo do ano. Pequenas amplitudes térmicas 35/10 graus Celsius.

Localizado na península ibérica, a sudoeste da europa, Portugal tem uma área total de 92 090 km².
É delimitado a norte e leste por Espanha e a sul e oeste pelo oceano Atlântico. Compreende uma parte continental e duas regiões autónomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
Portugal tem um clima temperado marítimo, com verões quentes e Invernos húmidos, sofrendo influências continentais e também por parte do Atlântico e do Mediterrâneo. O clima também varia consoante a altitude e a proximidade do mar. Na zona norte mais montanhosa, o clima é geralmente mais frio e húmido, enquanto as regiões de Lisboa, do Alentejo e do Algarve possuem verões longos e quentes com temperaturas entre os 35 e os 40°C. A humidade diminui à medida que nos afastamos da costa, já que as zonas do interior são mais quentes.

Lisboa é a capital do país, mas as outras regiões também têm destaque e importância: o Porto é conhecido pelos seus traços arquitetónicos bem característicos e pelo seu famoso vinho e Coimbra como a velha cidade universitária.

O relevo apresenta variedades de formas em cada região, influenciando a incidência de chuvas nas zonas mais florestadas e neve nas zonas mais altas, como é o caso da Serra da Estrela.
Deslocações pelo país (de avião; de comboio; de autocarro)

O país é servido por vários aeroportos, sendo os principais: o de Lisboa, Porto e Faro.

Por ser um país pequeno, é facilmente percorrido por comboio, ou até mesmo carro, uma vez que todo o território está servido por autoestradas.

Deslocações em Lisboa, Porto (depende da escola)

É servida por várias redes de transportes públicos: comboio, autocarro, barco. O próprio aeroporto de Lisboa dista 4Km das instalações escolares.

O ingresso dos estudantes internacionais é nos termos da legislação aplicável e do presente regulamento concretizado através de um concurso especial de acesso e ingresso.

Condições de Acesso

Podem candidatar-se à matrícula e inscrição nos ciclos de estudos, a que se refere o artigo 1º, os estudantes internacionais:

  1. Titulares de uma qualificação que dê acesso ao ensino superior, entendida como qualquer diploma ou certificado emitido por uma autoridade competente que ateste a aprovação num programa de ensino e lhes confira o direito de se candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que foi conferido;
  2. Titulares de um diploma de ensino secundário português ou de habilitação legalmente equivalente.

Condições de Ingresso

  1. Para efeito de ingresso no respetivo ciclo de estudos, os estudantes internacionais têm obrigatoriamente de relativamente aos mesmos, demonstrar:
    1. Qualificação académica específica para ingresso nesse ciclo de estudos;
    2. Conhecimento da língua ou línguas em que o ensino vai ser ministrado;
    3. Cumprimento dos pré-requisitos, quando for caso disso, nos termos da legislação aplicável.
  2. A verificação da qualificação académica específica:
    1. Incide sobre as matérias das provas de ingresso fixadas para o ciclo de estudos, em causa, no âmbito do regime geral de acesso e ingresso;
    2. Deve assegurar que os estudantes internacionais têm conhecimento das matérias das provas de ingresso de nível e conteúdo equivalentes aos dos estudantes admitidos através do regime geral de acesso e ingresso regulado pelo Decreto-Lei nº 296-A/98, de 25 de setembro.
  3. A verificação a que se referem as alíneas a) e b) do nº 1 é obrigatoriamente feita por exames escritos, eventualmente complementados por exames orais.
  4. Os exames escritos são realizados na língua ou línguas em que o ensino vai ser ministrado.
  5. No âmbito de cada ciclo de estudos é criado um Júri de Avaliação que é composto por dois membros do Conselho Técnico-Científico e pelo Diretor do Curso a quem cabe produzir, aprovar os modelos de exame escrito e oral, definir critérios de avaliação, bem como supervisionar o decorrente serviço de exames e ainda decidir sobre a validade da prova documental apresentada pelo candidato, no cumprimento deste regulamento e da legislação aplicável.
  6. A designação dos membros do Júri de Avaliação é da competência do Conselho Técnico-Científico.
  7. Todos os documentos relacionados com a verificação da satisfação das condições de ingresso, incluindo os exames escritos realizados pelos estudantes internacionais, integram o seu processo.

Transferência e Mudança de Curso

Mesmo estando a frequentar o ensino superior no teu País podes pedir transferência ou fazer mudança de curso e vires estudar para Portugal para o Grupo Lusófona.

O que é uma transferência?

É o ato pelo qual um estudante se inscreve e matrícula no mesmo curso em estabelecimento de ensino superior diferente daquele em que está ou esteve matriculado, tendo havido ou não interrupção de inscrição num curso superior;

O que é uma Mudança de curso?

É o ato pelo qual um estudante se inscreve em curso diferente daquele em que praticou a última inscrição, no mesmo ou noutro estabelecimento de ensino superior, tendo havido ou não interrupção de inscrição num curso superior;

Que documentos tenho de entregar?

  • Cópia do documento de identificação;
  • Cópia do Cartão de Contribuinte;
  • 1 Fotografia;

Documentos originais

Certificado de Habilitações do Ensino Superior* (com indicação das cadeiras em que obteve aprovação) ou;
Declaração de Matrícula (no caso de não pretender requerer creditação de competências às cadeiras que já realizou)

NOTA: Estes documentos emitidos pelo estabelecimento de ensino que frequenta (ou) terão de ser reconhecidos pela representação diplomática ou consular portuguesa existente nesse país e traduzidos por tradutor oficial (exceto documentos em Espanhol, Francês e Inglês).

Aceitação de Candidaturas

As candidaturas para Mudança ou Transferências podem ser aceites desde que candidatos reúnam condição de acesso, existência de vagas e cumprimento dos prazos de candidatura.

Datas de Candidatura

Consultar os serviços do ISCAD sobre Ingresso – Mudança de Curso, Transferência de Curso, Reinscrição

Os candidatos colocados numa determinada seriação deverão efetuar a sua matrícula e inscrição nos sete dias úteis subsequentes à data da publicação das listas de colocação, sob pena de caducidade do resultado obtido no concurso.

Para efeito de matrícula os estudantes internacionais ficam obrigados a entregar a documentação legalmente prevista no que respeita à autorização de residência.

Os estudantes internacionais devem apresentar no ato de candidatura ao concurso especial de acesso e ingresso os documentos seguintes:

  • Boletim de candidatura;
  • Diploma ou certificados previstos no artigo 6º, com expressa menção de classificação final obtida e indicação da escala de classificação adotada, bem como que confere ao estudante o direito de se poder candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que lhe foi conferido;
  • Ficha ENES, no caso de serem titulares do ensino secundário português;
  • Documentação exigida pela legislação aplicável, no caso de serem titulares de habilitação legalmente equivalente ao ensino secundário;
  • Uma fotografia tipo passe;
  • Documento de identificação pessoal e fiscal exigida pela legislação portuguesa (original e fotocópia) e ainda declaração de compromisso de entrega posterior de autorização de residência.

Os estudantes internacionais devem igualmente satisfazer o

O Sistema Europeu de Transferência de Créditos foi lançado inicialmente, em 1989, como um projeto-piloto no âmbito do Programa Erasmus. O objetivo na altura era facilitar o reconhecimento dos períodos de estudo efetuados no estrangeiro pelos estudantes de mobilidade através da transferência de créditos. Enquanto um sistema de transferência, o ECTS disseminou-se por trinta países e foi adotado por mais de mil instituições de ensino superior.

Quarenta Estados aderentes ao Processo de Bolonha identificaram o ECTS como um dos pilares fundamentais do Espaço Europeu de Ensino Superior. Muitos países já adotaram o ECTS, legalmente, como um sistema de acumulação dentro dos seus próprios sistemas de ensino superior, e outros estão em vias de o fazer.

A Universidade aplicou oficialmente o ECTS a todos os seus cursos com a entrada em vigor do processo  de Bolonha.

O ECTS torna os programas de estudo inteligíveis e fáceis de comparar. Pode ser utilizado para todo o tipo de cursos e contextos de aprendizagem ao longo da vida. Serve para os estudantes, em geral, e para os estudantes de mobilidade: pode funcionar em termos de acumulação de créditos dentro de uma instituição e de transferência de créditos entre instituições. Por todas estas razões o tão conhecido acrónimo “ECTS” remete agora para “Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos”.

O Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos é um sistema centrado no estudante e baseado no volume de trabalho requerido ao estudante para que este alcance os objetivos de determinado programa de estudos. Estes objetivos são definidos preferencialmente em termos de resultados de aprendizagem e competências.

O ECTS baseia-se no princípio de que 60 créditos medem o volume total de trabalho de um estudante a tempo inteiro. Na Europa, esse volume de trabalho situa-se entre as 1500 e 1800 horas por ano e nesses casos um crédito corresponde a 25-30 horas de trabalho. Regra geral, 30 créditos equivalerão a um semestre e 20 créditos a um trimestre de estudos.

No ECTS, os créditos apenas podem ser obtidos nos casos em que se verifique a aprovação do estudante nos trabalhos requeridos e uma avaliação correta dos resultados de aprendizagem atingidos. Resultados de aprendizagem são conjuntos de competências que exprimem o que o estudante deverá saber, compreender e fazer depois de completar o processo de aprendizagem.

O volume de trabalho no ECTS consiste no tempo requerido para a realização de todas as atividades de aprendizagem previstas, tais como aulas presenciais, seminários, estudo independente, preparação de projetos, exames, etc. Os créditos são atribuídos a todas as componentes educacionais de um programa de estudos (unidades curriculares, módulos, estágios, projetos, dissertações, etc.) e refletem a quantidade de trabalho requerido.

O ECTS assenta em três elementos de base: informação (sobre os programas de estudo e os resultados do estudante), acordo mútuo (entre os estabelecimentos parceiros e o estudante) e utilização de créditos ECTS (valores que indicam o volume de trabalho do estudante). Estes três elementos de base traduzem-se em três documentos-chave, a saber: dossiê de informação, contrato de estudos e transcrição do registo académico.

Para mais informação sobre o ECTS, consulte o sítio web da Comissão Europeia e da Direção Geral de Ensino Superior de Portugal ou leia o ECTS User’s Guide

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
Decreto-Lei n.º 36/2014
de 10 de março